quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

6º Aula Prática

No dia 24de Outubro foi uma aula prática totalmente dedicada aos métodos contraceptivos.
Fizemos então, uma actividade prática que consistiu na observação e manuseamento dos principais métodos contraceptivo, como o preservativo, o DIU, a pílula, o espermicda, o anel vaginal, o adesivo, métodos injectáveis, etc; preenchendo uma tabela para posterior avaliação em que tínhamos que referir os principais aspectos destes métodos como a eficácia, a facilidade de utilização, como se apresentavam no mercado, protecção contra as DST's, efeitos secundários, etc.
Foi uma aula bastante interessantee proveitosa, pois tivemos noção de como actuam e estão presentes no mercado os pricipais métodos contraceptivos em Portugal!

Dispositivo Intra-Uterino

Descrição
O DIU, é um dispositivo anticoncepcional que é inserido no útero, por um médico. O seu mecanismo de acção depende da interferência com a migração dos espermatozóides, com o transporte do óvulo e com a fertilização. Pode estimular ainda uma reacção inflamatória no útero, que também é contraceptiva. Pode ter diversos formatos, e alguns dispositivos liberam hormonas para aumentar sua eficácia.

Aplicação
É colocado pelo ginecologista, logo que possa excluir uma gravidez. É eficaz durante 3 a 5 anos (variável). Deve ser sempre vigiado pelo médico, anualmente, e embora não seja comum, pode ser aplicado a mulheres que nunca tenham tido filhos.

Vantagens
É um método muito seguro, sem que se tenha que associar a contracepção a qualquer gesto diário. Não interfere com o acto sexual.
Excepto por alguns dispositivos específicos, o DIU não é um método hormonal, sendo indicado para mulheres que já tiveram problemas com métodos contraceptivos hormonais.
Pode ser considerado uma contracepção de emergência se inserido em 5 dias.

Desvantagens
Para além de poder aumentar as dores durante o período menstrual e aumentar o seu fluxo, facilita o aparecimento de infecções intra-uterinas, pelo que se deve usar sempre o preservativo, o DIU não protege das infecções sexualmente transmissíveis.
Com o uso prolongado do DIU, pode acontecer de diminuir ou cessar o fluxo menstrual. Em algumas pessoas pode também causar cólicas e sangramentos independentes do período mestrual.
O DIU também é um método mais dispendioso que o normal.

Eficácia
Os DIU’s medicados são mais eficazes do que o DIU’s não medicados, com probabilidade de gestação de 0,8% e de até 3%, respectivamente.
A sua eficácia tem uma média de 70%.

5º Aula Prática

Nesta aula experimental do dia 17 de Outubro concluímos os relatórios iniciados na última aula sobre as estruturas associadas à reprodução humana.
Posteriormente, procedemos à apresentação dos trabalhos individuais sobre os diversos métodos contraceptivos.
O meu trabalho foi sobre o DIU (Dispositivo Intra-Uterinmo), fazendo um apresentação que na minha opinião foi boa e bastante explicativa, aprendendo curiosidades sobre este, como o caso de poder ser considerado um contraceptivo de emergência se colocado até 5 dias após a relação sexual desprotegida, pois impede a nidação!

4º Aula Prática

No dia 10 de Outubro de 2007 a aula prática teve uma vertente mais de escrita pois além de recebermos o teste diagnósticos e falarmos sobre a sua avaliação, houve também uma avaliação do 1º relatório da actividade experimental e a elaboração do relatório sobre as observações de estruturas do sistema reprodutor feminino e masculino.

Controlo Hormonal feminino, Voluntário ou Não?

Estava a pesquisar sobre o controlo hormonal feminino quando encontrei um artigo bastante interessante, um testemunho real de uma senhora que controla totalmente o seu ciclo sexual, controlando até a saída da menstruação; algo um pouco irreal no ponto de vista, pois para mim o ciclo sexual feminino é algo natural e involuntário por parte da mulher.
Mas deixo-vos este artigo, que pelo menos intrigar-vos vai com certeza! E já agora, deixem a vossa opinião sobre a credibilidade de tal rotina!
(Sendo que encontrei o artigo num site brasileiro e sendo ele um testemunho real, achei melhor alterar somente os termos com erros ortográficos, visto até que alguns estrangeirismos nem os saberia decifrar correctamente!)

Calendario Interno do Ciclo Feminino

Em 1985 recebi a visita de uma vestal desencarnada que me ensinou tudo sobre o controle menstrual feminino. Ela me recordou que as mulheres de Atlântida e do antigo Egipto não necessitavam de nenhum tipo de absorvente, pois tinham total controlo sobre uma musculatura interna que fica um pouco acima do músculo que usamos para controlar a saída da urina. Essa amiga vestal me disse também que as vestais conheciam por completo o seu próprio ciclo de fertilidade e por isso somente engravidavam quando desejavam.
Fui instruída a realizar um estudo profundo sobre mim mesma. Recebi as informações de como construir um calendário pessoal de controlo energético interno e a partir daí controlar as minhas vibrações femininas. Todo o segredo do controlo hormonal feminino está no entendimento pessoal das correntes energéticas emocionais que se movimentam em altos e baixos de acordo com o ciclo da lua. Cada mulher tem o seu próprio ciclo e este se movimenta no mesmo ritmo da lua. Harmonizar esse ciclo, conhecer as vibrações emocionais e controlar a saída do fluxo sanguíneo é uma tarefa importante para todas as mulheres que não querem mais sofrer com o descontrole menstrual, com a ingestão de pílulas anticoncepcionais, com desequilíbrios hormonais, com TPMs e com menopausas.
Nós mulheres podemos ter TOTAL controle sobre nos mesmas! Podemos usufruir de uma vida mais tranquila, mais harmoniosa e muito mais feliz se soubermos como ordenar e controlar tudo em relação ao nosso próprio ciclo.
No início a prática do controle é complicada de ser realizada, demora cerca de um ano para uma mulher passar a ter total entendimento sobre si mesma e começar a não mais precisar usar de absorventes para segurar a saída do sangue. Uma mulher que tem conhecimento sobre si mesma, nunca mais sentirá qualquer tipo de desconforto com a menstruação. Podendo ficar menstruada por 5 dias sem derramar uma gota de sangue sem controle. Assim como podemos controlar a saída da urina, podemos controlar a saída do sangue... É tudo uma questão de conhecimento e prática.
Abaixo está o calendário interno feminino que desenvolvi com o auxílio dessa amiga vestal desencarnada. Foi a partir de um maior entendimento sobre meus fluidos energéticos pessoais (humor), que pude entender e controlar completamente o meu ciclo feminino e conhecer a fundo o funcionamento meus dos meus fluidos vibracionais internos voluntários. Actualmente meu marido só sabe se estou menstruada, se ele desejar fazer amor comigo durante o período menstrual.
Todas as mulheres podem realizar esse controle, todas podem saber quando estão ovulando e todas podem voltar a ter as suas hormonas em perfeita harmonia. A menopausa não é necessária, assim como o sofrimento pré-menstrual, as cólicas e a gestação indesejada não precisam existir na vida da mulher moderna consciente.
(…)
Evelyn Levy

Para visionar o modo como ele organizou o seu calendário pessoal e até mesmo o seu calendário, vão ao site que dei como fonte, pois se não resumisse o testemunho iria-se tornar um texto muito maçudo e grande.

3º Aula Prática

No dia 3 de Outubro iniciamos a aula com uma apresentação dos nossos blogs e esclarecemos algumas dúvidas que surgiram no manuseamento destes.
Seguidamente, continuamos a actividade que desenvolvemos na aula anterior (observação de cortes histológicos de estruturas associadas à reprodução humana ao M.O.C.) tendo como auxiliar um atlas digital de histologia na identificação de estruturas, para um desenho e legenda mais claro destas.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Gravidez logo após parto é arriscado

Médicos dizem que o corpo da mulher precisa de tempo para se recuperar


Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, fizeram um alerta a mulheres que pretendem engravidar de novo poucos meses depois de dar à luz.
De acordo com o estudo, realizado na Escócia entre 1992 e 1998, o intervalo pequeno entre uma gravidez e outra aumenta os riscos de complicações como por exemplo, nascimento prematuro, bebés abaixo do peso normal e até mesmo natimortos.
Os médicos dizem que, embora os riscos de complicações como essas sejam baixos, as futuras mães devem ficar atentas.
A pesquisa foi feita com 89 mil mulheres que esperavam um bebê pela segunda vez em um período máximo de cinco anos.


Seis meses


De todo o grupo analisado, uma em cada vinte mulheres estava esperando o segundo filho em um espaço de seis meses após o primeiro parto.
Especialmente nesse universo, as complicações na hora de um segundo parto mostraram-se bem mais comuns.
A chance de dar à luz um bebê prematuro ou até mesmo de a criança morrer logo após o parto foi duas vezes maior do que em mulheres que esperaram mais de seis meses para engravidar de novo.
Segundo os médicos que realizaram o estudo, publicado no British Medical Journal, as complicações podem ocorrer porque o corpo das mulheres precisa de um tempo para se recuperar após a gravidez e o parto.
Os pesquisadores disseram também que os médicos precisam alertar as pacientes e mostrar cuidado especial com mulheres que passaram por situações de aborto involuntário ou cujos bebés morreram logo após o parto e também com adolescentes que engravidam.


Este artigo reflecte bem aquilo que abordamos na aula; pois é lógico que o corpo da mulher necessita de tempo para restabelecer o seu ciclo sexual e também e essencialmente o seu corpo e sua regulação hormonal!
Quando isto não acontece o corpo da mulher não está preparado para acolher de uma forma perfeita uma nova gravidez, acontece o que este estudo evidencia, o numero de partos prematuros e de recém nascidos mortos aumenta!